Atualização de 15/07/2020:
Clique aqui para ver notícia publicada pela Finep (Estudo inédito apoiado pela Finep/MCTI sobre o Zika Vírus em bebês é destaque no mundo) sobre esse assunto
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Atualização de 07/07/2020:
Clique aqui para ver notícia publicada pelo LNCC ('Artigo que explica os mecanismos moleculares do vírus da zika no cérebro de bebês é publicado pelo Laboratório de Bioinformática do LNCC em parceria com 32 cientistas e 10 instituições públicas brasileiras') sobre esse assunto
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Atualização de 18/06/2020:
Clique aqui para ver nota publicada no site FAPERJ ('Artigo de pesquisadores brasileiros explica os mecanismos moleculares do vírus da Zika no cérebro de bebês') sobre esse assunto
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Atualização de 10/06/2020:
PROFESSORES E ALUNOS DO PPGBq PARTICIPAM DE IMPORTANTE ESTUDO SOBRE ZIKA
Instituições integrantes da Rede Zika-RJ como a UFRJ, Instituto Estadual do Cérebro-RJ, Fiocruz-RJ e Laboratório Nacional de Computação Científica, USP, Instituto Butantan, e o IPESQ-PB, juntaram esforços para desvendar, pela primeira vez, a assinatura molecular do vírus Zika no cérebro e sangue de oito bebês portadores da Síndrome de Zika Congênita que haviam falecido até 48 h pós-parto de mães cuja gestação foi acompanhada entre outubro de 2015 a julho de 2016 nos estados do Rio de Janeiro e Paraíba. Uma abordagem multiômica – proteômica, transcriptômica e genômica – investigou os eventos moleculares nos cérebros e sangue.
O artigo 100% brasileiro relatando os resultados foi publicado nesta terça-feira (9/6), na prestigiada revista Science Signaling, da American Association for the Advancement of Science. Nele são tornados públicos os dados colhidos por 32 pesquisadores que mostram forte redução na quantidade de colágeno – proteína e RNA - de matriz extracelular bem como alterações localizadas nos neurônios e seus axônios, e defeitos na migração neuronal. Ficaram evidentes, também, alterações moleculares encontradas em duas doenças raras: a osteogênese imperfecta, doença hereditária que prejudica a formação dos ossos tornando-os muito frágeis e a artrogripose, caracterizada por contraturas e fraqueza muscular. Outras informações obtidas no estudo revelam a existência de genes do hospedeiro associados à suscetibilidade à Síndrome de Zika Congênita.
A PR-2/UFRJ parabeniza a todos autores e em especial aos pesquisadores Erika Velasquez, Rafael Melani, Fábio Nogueira e Gilberto Domont, alunos e professores do PPGBq/UFRJ pela publicação.
Para saber mais segue o link da publicação.
https://stke.sciencemag.org/content/13/635/eaay6736
Clique aqui para ver postagem, no Instagram do IQ/UFRJ, sobre esse assunto
Fonte: IQ/UFRJ (Adaptada)
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Instituições integrantes da Rede Zika-RJ como a UFRJ, Instituto Estadual do Cérebro-RJ, Fiocruz-RJ e Laboratório Nacional de Computação Científica, USP, Instituto Butantan, e o IPESQ-PB, juntaram esforços para desvendar, pela primeira vez, a assinatura molecular do vírus Zika no cérebro e sangue de oito bebês portadores da Síndrome de Zika Congênita que haviam falecido até 48 h pós-parto de mães cuja gestação foi acompanhada entre outubro de 2015 a julho de 2016 nos estados do Rio de Janeiro e Paraíba. Uma abordagem multiômica – proteômica, transcriptômica e genômica – investigou os eventos moleculares nos cérebros e sangue.
Um artigo 100% brasileiro relatando os resultados será publicado nesta terça-feira (9/6), na prestigiada revista Science Signaling, da American Association for the Advancement of Science.
Nele são tornados públicos os dados colhidos por 32 pesquisadores que mostram forte redução na quantidade de colágeno – proteína e RNA - de matriz extracelular bem como alterações localizadas nos neurônios e seus axônios, e defeitos na migração neuronal. Ficaram evidentes, também, alterações moleculares encontradas em duas doenças raras: a osteogênese imperfecta, doença hereditária que prejudica a formação dos ossos tornando-os muito frágeis e a artrogripose, caracterizada por contraturas e fraqueza muscular. Outras informações obtidas no estudo revelam a existência de genes do hospedeiro associados à suscetibilidade à Síndrome de Zika Congênita.
Fabio Cesar Nogueira, Unidade Proteômica, IQ e Laboratório de Proteômica, LADETEC, IQ, UFRJ
Gilberto B Domont, Unidade Proteômica, IQ, UFRJ
Fonte: IQ/UFRJ (Adaptada)